Boa tarde!
Não pretendo aqui discutir qual a religião mais indicada,
nada disso.
Considero que o Zen tem linhas de pensamento que deviam ser refletidas
por todos, independentemente da religião que segues, ou não.
Antes de opinar, para enquadrar o assunto, vou colocar um
pequeno excerto de um livro que eu li, intitulado “101 Histórias de Zen”, de
Nyogen Senzaki e Paul Reps:
Zen, o nome que o Budismo veio a tomar no
Japão, ao ser ali introduzido no século XII, é uma forma de viver e encarar a
vida que em nada se assemelha ao pensamento ocidental.
É um caminho de libertação, através do qual
se pretende apreender a realidade tal qual é, liberta da rede conceptual com
que julgamos «agarrá-la» e que constitui afinal o biombo que estabelece uma
deformadora distância entre nós e essa realidade.
(Aconselho vivamente a leitura deste
livro, lê-se super bem!
No livro, são contadas 101 histórias Zen, vividas ao longo de 500 anos, por leigos, monges, mestres e discípulos, cada uma com uma interpretação!)
Esta talvez seja uma das correntes de que eu tenho mais “simpatia”,
embora não me veja a isolar do mundo, nem a alcançar a minha satori (designada por iluminação).
Ninguém é perfeito e a nossa personalidade, bem como a cultura,
influencia o modo como perspectivamos certos acontecimentos da nossa vida. Uns
sentem mais do que outros, outros sofrem mais do que outros, uns são isto,
outros são aquilo…
A verdade é que todos devíamos ter a capacidade de auto
refletir sobre vários aspetos. Na minha opinião, sendo este fundamental: encarar
as pessoas e a vida tal como elas são.
- Não vale a pena pensares que sabes tudo. Lê, pesquisa. Fala o que tens para dizer e ouve o outro;
- Não julgues tanto. Deixa os preconceitos e o estereótipo de lado. É a capa do livro que interessa, ou o conteúdo? E mesmo que não gostes do conteúdo, deixa passar ao teu lado. É preferível ser indiferente do que criticar com picuinhices, só porque se pensa de maneira distinta!
- A vida, a que nós conhecemos, não é eterna. Para tal, não é necessário ficares chateado(a) porque o Zé ficou-te com a caneta ou porque a Ana apareceu às 17h no local, quando a hora marcada era às 15h. Ou seja, não faças uma tempestade num copo de água com coisas insignificantes: estás "aqui" por algum tempo, tens tanto para viver e vais apegar-te a situações que não valem a pena. Segue em frente!
Estas são algumas linhas que eu tento seguir! Considero que pensar nisto já é meio caminho andado.
Vou partilhar contigo um vídeo que, na minha opinião, se adequa a este tema.
(Vídeo: Mensagem do Walt Disney)
Gostaste do vídeo? Queres dar algum contributo? Estás à vontade!
(Não percas o próximo episódio, porque nós, também não!)
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Heya!
I don’t intend to discuss what religion is better,
none of that.
(I
strongly advise reading this book!
In
the book, 101 Zen stories are told, lived over 500 years, by laypeople, monks,
teachers and students, each with an interpretation!)
- Don’t you think you know everything. Read, do some research. Speak what you have to say and hear each other;
- Do not judge people. Let prejudices and stereotypes aside. It's the cover of the book that matters, or content? And even if you do not like the content, let it pass by. It is better that you get indifferent to that than to criticize with foolishness, just because they think differently!
- Life, as we know it, is not eternal. To this end, it is not necessary to become upset because John stole your pen or because Jane Doe appeared around 17 o’clock on the meeting point, when the appointed time was 15h. Resuming, do not make a “storm in a glass of water” with insignificant things: you are "here" for some time, you have so to live for and, apparently, you only to situations that are unworthy. Move on!
These
are some lines that I try to follow! I believe that
thinking about it is already halfway through.
I
will share with you a video that, in my opinion, fits this theme.
(See above!)
(Youtube movie: Mensagem do Walt Disney)
Did you enjoy the movie? Do you want to leave any comment? We would apreciate it!
See you next time!
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